sexta-feira, 12 de agosto de 2011


No caminho da palavra....


“A bondade e a fidelidade outra vez se irão unir, a justiça e a paz de novo se darão as mãos. “Sl 84,11

            Bondade, fidelidade, justiça e paz, dons de Deus; exigências e escolhas pessoais para que a convivência seja possível. Somente podemos agradar ao Senhor quando nos dispomos a essas virtudes que marcam a existência de todo homem e toda mulher que assumem a humanidade e aspiram à espiritualidade.  
            Em nossos dias essa parceria tornou-se um grande desafio; supõem co-responsabilidade existencial, comprometimento pessoal e escolha fundamental: ser humano sendo de Deus e para Deus. A todo aquele que almeja prosseguir no caminho que leva ao coração do Mestre é inevitável percorrer as estradas que levam ao humano deixando-lhe as marcas do Senhor. Em cada ferida humana as chagas de Cristo são outra vez abertas; Em cada vida interrompida sentenciamos o Cristo aos pregos. Todo silêncio humano que estimula a ruptura do diálogo reforça os laços da indiferença negligenciando a bondade, olhar de Deus sobre os seus.
            O Pai e Senhor de todos exige-nos fidelidade incondicional. Fidelidade ao humano para sermos fiéis ao divino. Essa fidelidade que nos leva à percepção de dores, lágrimas, frustrações, derrotas, e toda sorte de flagelo humano, como território irrenunciável do amor que revela a nossa face e nos revela diante das faces desfiguradas. Não podemos sonhar com a paz enquanto não fizermos da justiça uma ambiência na qual respiramos e sem qual a fraternidade sucumbe. Bondade, fidelidade, justiça e paz, escolhas férteis que fazem o humano transitar e realizar-se no coração de Deus. Tudo isso se cumpre no amor, plataforma segura na qual a justiça se plenifica, o diálogo é restaurado, os inimigos se dão as mãos, a fraternidade é concretizada e a vida ressurge vitoriosa. O que pode ser mais humano do o olhar humano embebido das razões divinas ao mirar seus semelhantes reconhecendo-os como verdade de Deus e dispondo-se a cada um com o mesmo zelo com que se olha para o sacrário buscando em seu hóspede a motivação para o amor?
            “A bondade e a fidelidade outra vez se irão unir, a justiça e a paz de novo se darão as mãos.”


- Concretize a palavra de Deus hoje em sua vida reconhecendo as pessoas sem deter-se em seus condicionadores sociais.
 
Que seu dia seja abençoado. Fique com Deus.
Pe. Fábio

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Viver pra mim é Cristo...

Viver pra mim é cristo .. morrer pra mim é ganho... não há outra questão quando se é cristão não se para de lutar... até chegar ao céu!
    Não podemos dizer que a vida aqui não tem importancia, mas quem se apega à ela acaba se esquecendo e se distanciando da vida eterna...
    Esta sim é importante! A vida em Cristo Jesus. Mas não deixe pra viver com o pai somente na morada eterna... se você quiser e tiver com sede de Deus experimente senti-lo a cada instante de sua vida aqui mesmo... não perca tempo viver em Cristo significa muito e tudo se torna perfeito, mais facil, e sem aquele peso que sentimos quando nos sentimos sozinhos!!!
    Se nós vivermos em plena sintonia com o pai, a morte será uma grande conquista... para quem lutou sem cessar no exercito de Deus aqui neste mundo... pois quando se é Cristão de verdade a luta nunca acaba! Nunca desistimos! Desistir são para os fracos!!!
 
Um grande abraço a todos, fiquem com Deus! E lute sempre!!!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Carta aos Kairosenses rs

Hoje vou viver bem e fazendo o bem, vou passar pelas pessoas deixando um pouquinho de alegria...
Fazer com que essa pessoa sinta Deus ao olhar pra mim, vou tirar essa minha cara de mau e sorrir um pouco!!!
Vou me sentir como sempre deveria sentir-me: determinado, com muita força, feliz e de bem com a vida...
Viver o verdadeiro Kairós (Tempo da Graça) em minha vida, com o intuito da espera em Deus, parúsia!
Quero sentir o verdadeiro amor... aquele que a muito e muito tempo não sinto mais... ahh e como era bom...
Não quero adiar mais!!! vou em busca desse primeiro amor... pois quem é Cristão nunca para de lutar... até chegar ao céu!!!
Sou cristão!!! sou CATÓLICO!!!
Jesus está ao meu lado, andando comigo pelas ruas, me ajudando a compreender meu colega de trabalho, me ensinando como dividir meu tempo, para trabalhar, estudar, me ensinando como namorar, dar aquele amigo a atenção que ele realmente merece!!!
As vezes esquecemos de nossa escolha, a decisão que tomamos lá atrás.. e que juramos nunca esquecer, aquela força incrivel, aquele sentimento inexplicavel... Mas hoje me lembro muito bem e sei que estou errando muito... em não me tocar na burrada que estou fazendo... devo correr pra não ficar tão longe do céu!!!
Recomeço hoje a minha corrida, a minha maratona!!!
Quero beber dessa agua que cai do céu e que sempre me revigorou e me fez sentir o seu amor senhor!!!
Quero transparecer que sou catolico e que sou Apaixonado por ti senhor!!!
Sou apaixonado!!!
Um grande abraço a todos...
 
Att Jonathan - Jô. MK

terça-feira, 5 de julho de 2011

Diferença entre provação e tentação....

Precisamos entender que a provação é uma situação de aflição e sofrimento. Esse aspecto é tratato em Tiago 1, 3. Quando falamos desse assunto [provação], estamos tocando na origem, falando daquele de quem vem a ação. Somente Deus nos prova na intenção de nos fazer alcançar uma fé madura e, diante dessa dimensão, vamos perceber que a provação contempla fins que nos leva à perfeição. Entretanto, podemos correr o risco de, diante de uma provação, cair num sentimento de revolta contra Deus. Há necessidade de aproveitar desse momento [de provação].

Enquanto que a tentação tem origem no demônio. É uma atração para fazer o mal no intuito de buscar o prazer, egoísmo ou o lucro. Há situações de tentação que são culpa de nossa própria concupisciência. São as nossas tendências que nos levam à decadência que o tentador deseja: o afastamento de Deus.

Como instrumento contra a tentação precisamos rezar, estar vigilantes para que a graça venha em favor daqueles que são tentados. É tambem nosso dever socorrer aqueles que caem envolvidos pelas armadilhas do tentador. Ainda assim, na tentação podemos aprender a partir de nossos limites, das nossas fraquezas e assumir cada vez mais nossa dependência de Deus.




Fonte: Canção nova

segunda-feira, 13 de junho de 2011

...

Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta:

“Deus criou tudo o que existe?”
Um aluno respondeu valentemente:

“Sim, Ele criou.”
“Deus criou tudo?”

Perguntou novamente o professor.
“Sim senhor”, respondeu o jovem.


O professor respondeu,

“Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?”


O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era um mito.


Outro estudante levantou a mão e disse:

“Posso fazer uma pergunta, professor?”

“Lógico.” Foi a resposta do professor.
O jovem ficou de pé e perguntou:

“Professor, o frio existe?”

“Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?”


O rapaz respondeu:

“De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é susceptível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia.

O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor”


“E, existe a escuridão?”

Continuou o estudante.

O professor respondeu: “Existe.”
O estudante respondeu:

“Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz.

A luz pode-se estudar, a escuridão não!

Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas.

A escuridão não!

Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.

Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?

Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente”

Finalmente, o jovem perguntou ao professor:

“Senhor, o mal existe?”

O professor respondeu:

“Claro que sim, lógico que existe, como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal.”

E o estudante respondeu:

“O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus.

Deus não criou o mal.

Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz.
O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações.

É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.”
Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça permanecendo calado…

quinta-feira, 2 de junho de 2011

1° Copa TV Anhanguera

Olá pessoal, o Missão Kairós participara nesta segunda feira dia 06/06 da 1° Copa TV Anhanguera, contamos com a torcida de todos. Será as 21:30 no Ginásio Ayrton Senna.

Vamos Torcerrrr!!!!!

sábado, 14 de maio de 2011

Porque as pessoas gritam?

Uma das promessas mais belas de toda a revelação é quando Jesus nos afirmou: "Se alguém me ama, guardará a minha palavra; meu Pai o amará, e nós viremos e faremos nele a nossa morada" (Jo 14,23).

No Antigo Testamento, Deus acompanhava o povo de Israel nas brigas e no caminho pelo deserto; na conquista de Canaã assim como no desterro de Babilônia. Deus Pai fez contruir um templo em Jerusalém, onde Ele sempre estaria presente com Seu povo.
De qualquer maneira, no Novo Testamento, Deus não está com Seu povo, mas em Seu povo; Deus não está conosco, senão dentro de nós, como a alma de nossa própria alma, e n'Ele vivemos, nos movemos e existimos (cf. At 17,28). "Acaso não sabeis que sois templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós" (I Cor 3,16).
Uma professora de matemática perguntou aos seus alunos:
- Por que as pessoas gritam quando estão bravas?
O grupo ficou pensativo por um momento.
O primeiro respondeu:
- Eu grito quando os outros me desesperam.
- Sim, respondeu a professora. Mas, por que grita se a outra pessoa está tão perto de você? Por que não pode falar em voz baixa?
Continuaram as respostas, mas nehuma satisfazia a professora. Enfim, ela explicou:

Quando duas pessoas estão bravas, seus corações se distanciam, criando uma grande distância entre elas. Para cobrir este vazio, precisam de gritos, pois não escutam nem são escutadas.
A professora, com lógica matemática, continuou:

- Por outro lado, quando duas pessoas se apaixonam, não levantam a voz. Falam baixinho, porque seus corações estão perto um do outro. A distância tem sido superada. Não precisam gritar, porque um está dentro do outro. E até se olham em silêncio para ler a alma nos olhos da pessoa amada.
Deus está dentro de nós. Por isso, quando Jesus nos convida a orar, nos diz para entrarmos na morada profunda de nosso interior, onde encontraremos a presença divina. Muita gente é incapaz de fazer essa viagem, que é a mais importante da geografia da vida; percorrer o interior de nós mesmos, onde Deus tem feito Sua morada. Somos santuários do Espirito, onde Ele mora e atua por meio de nós (cf. I Cor 6,19). Por isso, não precisamos gritar; basta uma atitude de contemplação. O falar-lhe em voz baixa significa, então, que sabemos que Ele nos escuta, porque habita em nosso coração.
Senhor, sou consciente que Tu moras no mais íntimo do meu ser e, com coração sereno, quero no dia de hoje descobrir e experimentar que estás muito mais perto de mim do que imagino. Que não somente estás comigo, ao meu lado, mas que estás em mim.

Quero, Senhor, em silêncio, com uma voz suave, falar Contigo, porque sei que me escutas, pois estás dentro de mim. Fizeste Tua morada em mim e sou o templo onde Tu habitas. Por isso, já não preciso gritar, mas, com sons inefáveis (cf. Rm 8,26), quero entrar em comunhão Contigo até o ponto de guardar silêncio e estar em contemplação permanente por Tua presença em mim, porque és a alma da minha alma. Amém.

Do livro: "Como evangelizar com parábolas".

Quero te ver - Nivea Soares

Música linda...
Adoremos o senhor sempre... em todo lugar...

As "nossas senhoras" são a mesma mãe de Deus....

Maria de Nazaré foi escolhida por Deus para ser a Mãe do Salvador: “Quando Isabel estava no sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem prometida em casamento a um homem de nome José, da casa de Davi. A virgem se chamava Maria” (Lucas 1,26-27).

A quantidade de títulos e nomes para a mesma pessoa são fruto das experiências que os povos fazem da intercessão e da maternidade da Virgem Maria. Em seus títulos Nossa Senhora assume várias realidades, situações, raças, apelos e clamores da humanidade. Alguém muito humana e próxima às realidades do nosso povo, por isso, tão popular.
São vários títulos e nomes, mas uma e mesma pessoa. Maria de Nazaré da Galileia, esposa de José e Mãe de Jesus Cristo, das Graças, das Dores, de Fátima, de Lourdes, da Conceição, dos Aflitos Auxiliadora, Mãe Rainha e Aparecida do Brasil a mulher do Gênesis ao Apocalipse. Todas as "Nossas Senhoras" são a mesma Mãe de Deus!
Nossa Senhora do Equilíbrio, você conhece? Precisamos deste dom que é o santo equilíbrio. Com sabedoria e discernimento colocar as coisas no devido lugar e tomar as decisões certas. Maria é nossa formadora, por excelência, e clama o Espírito Santo sobre nós como o fez quando estava no cenáculo com os Apóstolos.
Lembrei-me de uma devoção que eu trazia e rezava quando ainda era seminarista, a Nossa Senhora do Equilíbrio. Pouco conhecida, mas deste então eu rezo a Virgem Maria, que tem muitos títulos e como nenhum outro ser humano foi equilibrada e controlada pelo Espírito Santo de Deus.

Fonte: Canção nova

terça-feira, 10 de maio de 2011

Festejo Santa Rita de Cássia

Pessoal começa nesta sexta feira dia 13/05 os festejos de Santa Rita.

Contamos com a colaboração de todos para construirmos nossa igreja.

Abraço.

domingo, 8 de maio de 2011

Mãe...




Os desafios de uma sociedade que passa por mudanças é uma das maiores preocupações trazidas pelas mulheres ao buscarem a maternidade. Inseguranças, desejos, expectativas sobre os filhos, futuro: uma imensidão de pensamentos invade o imaginário das futuras mamães ou daquelas que fazem esse plano. Mas, vamos pensar juntos: será que existe um “modelo ideal de mãe”?

A missão de mãe da mulher inicia-se no momento da concepção, a partir disso, todos os ideais vão sendo construídos. Não existe a mãe ideal, mas sim a mãe possível e disponível; isso, sim, é importante! Muitas vezes, constrói-se o ideal da "mãe perfeita", da "mãe que não erra".

Mas o que seria positivo para a criação de um filho? Ter o equilíbrio para cuidar dele, para protegê-lo, para educá-lo, para apoiá-lo, para prover-lhe as necessidades físicas e materiais, mas, especialmente, para prover as necessidades de afeto. Dar o consolo necessário, estar disponível e disposta a olhar, a conversar, ser empática, ou seja, a entender ou a colocar-se no lugar dos filhos e do seu momento de vida são algumas das formas de construir a missão de ser mãe.

É claro que a vida não é estática nem oferece condições que fazem com que tudo esteja bem o tempo todo: para isso, é necessário que saibamos nos observar para não transferirmos as experiências negativas vividas em nossa formação para a formação de nosso filho. Como diz o título de um livro, é importante que cada mãe possa “falar para seu filho ouvir e ouvir para seu filho falar (do livro: Falar para seu filho ouvir e ouvir para seu filho falar de Adele Faber e Elaine Mazlish). Recusar os sinais que ele dá, não olhar nos olhos dele, desconfiar dele, não dar peso às coisas que ele fala, não o ajuda em nada. É importante que saibamos ensinar, mas que também saibamos confiar e dar autonomia e possibilidade para que nosso filho amadureça com pessoa.

Estar bem emocionalmente faz que que possamos contribuir para o crescimento e o desenvolvimento saudável de nossos filhos do ponto de vista psicológico. Faço aqui uma observação especial para as mães: cuide dos outros, mas também cuide de si. Viver em harmonia com sua dimensão espiritual, afetiva, social, biológica, é essencial para que você possa cuidar bem dos outros e consiga lidar com as alegrias, tristezas, conquistas e dificuldades próprias da vida. Lembre-se de que, em primeiro lugar, você é mulher, e com isso, toda a beleza do ser mulher virá com esses cuidados, que depois se farão extensão ao cuidado com o outro, com seu marido, com os filhos.

Mães aprendem a todo momento: desde o choro do bebê que identifica fome ou dor, aprendem também a ligação íntima e profunda que têm com seus filhos. Aprendem pela experiência do ser mãe e, sendo mães, reformulam, superam e vivem positivamente conflitos passados em sua vida. Há uma ligação tão profunda e poderosa existente entre mães e filhos que esta sobrevive para sempre em algum lugar muito além das palavras e é algo de uma beleza indescritível.

Você, mãe, trocaria essa beleza e o poder dessa ligação materna por alguma coisa?

Ser mãe é ser a todo tempo, a toda hora, sem limites. Os limites de uma mãe sempre serão testados, colocados à prova, mas o dom, o amor e a missão farão sempre com que esta supere tudo aquilo que seja lhe dado como prova, bem como a fará experimentar todas as alegrias que esta missão lhe concede!

Muito obrigada a você, mãe, por este e por todos os dias de sua missão!


Elaine Ribeiro

sexta-feira, 29 de abril de 2011

COMO CONFESSAR-SE



Fonte: http://blog.cancaonova.com/bemdahora

A vida de adoração

NÃO É SÓ ESTUDO, É INTIMIDADE
Para chegarmos a ser adoradores devemos primeiro conhecer a Deus. É desejo de Deus que sejamos verdadeiros adoradores e o Espírito nos revela quem é Deus. O conhecer a Deus não se baseia somente em estudos. O estudo, mesmo que aprofundado intelectualmente é superficial se o Espírito não revela. Não existe conhecimento verdadeiro sem adoração. Todo crescimento intelectual que podemos receber não se compara com o revelar do Espírito em nossos corações. Este conhecer a Deus através do Espírito e a comunhão íntima com Deus constituem a adoração. 

ESTUDANDO COM UNÇÃO
Quando começamos a buscar na bíblia, catecismos, com unção e ensinamentos do Espírito sobre conhecer a Deus, o próprio Espírito se encarrega de nos revelar a Deus. Podemos nos deparar com pessoas de pouca cultura e recursos humanos, mas que estão na presença de Deus em adoração e, portanto são mais sábios que vários estudiosos. Deus esconde dos sábios e estudiosos e revela aos pequeninos. (Lc 10,21b) 

RELACIONAMENTO COM DEUS APROFUNDADO
Cada vez que o Espírito nos revela algo de Deus nossas vidas devem ser transformadas e principalmente nosso relacionamento com Deus deve ser aprofundado. Mas o próprio Senhor nos leva a contemplar tudo, gerando vida em nosso espírito, transformando informações em poder enquanto estamos em comunhão com Deus em adoração. Nós por outro lado apresentamos a Deus nossa total admiração e humilhação pelo o que vimos e recebemos do Espírito pela revelação espiritual. A adoração é a única reação possível diante da glória e do poder de Deus. 

FRUTOS DA ADORAÇÃO
A adoração traz aperfeiçoamento espiritual para o adorador porque recebe uma porção maior da presença do Espírito para inundar todas as áreas da vida, trazendo mais santidade. A vida de adoração traz vários benefícios espirituais para as nossas vidas. A vida de adoração fortalece a fé, nos ajuda a andar no Espírito, corrige nosso sistema de valor, nos leva a cumprir o propósito de nossa existência “… redenção do povo que Ele adquiriu para o seu louvor e glória” (Ef 1, 14), e somos transformados de glória em glória (II Cor 3, 18), liberta o homem de se fechar em si mesmo, da escravidão do pecado e da idolatria do mundo (CIC. 2097) e Deus investe nos adoradores concedendo-lhes a unção. 

ADORAÇÃO X MENTIRA
A adoração para Deus tem que ser fluída pelo Espírito. Não existe adoração da boca pra fora. Deus não aceita uma adoração que não venha do próprio Espírito (Lv 10, 1-2). Não há como enganar a Deus. Ele conhece nossos corações e nossas intenções. Em Am 5, 22-23 diz que o louvor se torna um barulho insuportável quando não buscamos a comunhão com Deus, agradar a Deus. Muito mais que o louvor de nossos lábios Deus quer que vivamos a verdade. O Senhor deseja que nos reconciliemos com Ele antes de O servir ou até mesmo de adorá-Lo. Não existe adoração com lábios impuros ou corações endurecidos. Isto não quer dizer que devemos ser santos para achegarmos a Ele, mas reconhecer que precisamos Dele para a nossa santificação. 

PROFUNDIDADE NA ADORAÇÃO
A adoração não pode jamais depender de fatores externos como pessoas, instrumentos musicais… Podemos até usar de alguns destes fatores, mas tudo isto fica na dimensão externa como um suporte físico. Quando chegamos a um nível mais profundo de adoração nenhum fator externo tem mais valor. A base de nossa adoração tem que ser sempre Jesus. Só entramos na presença de Deus por meio do Sangue de Jesus que nos deu acesso ao Trono da Graça. 

O pecador liberto por Jesus se vê diante de Deus como uma nova criatura não consegue fazer outra coisa senão adorá-lo. O lugar, o que está em nossa volta deixa de existir e entramos na dimensão da adoração onde somos totalmente tomados pela glória de Deus. 

A glória de Deus é tão imensa que os nossos corações são muito pequenos para reconhecer perfeitamente o que dela contemplamos. Somos ainda menos capazes de expressar essa glória com palavras, mas adoramos em espírito e por isso a nossa adoração consiste em sentimentos espirituais que junto com as palavras e a verdade chegam ao coração de Deus. Como pode ser possível contemplar a obra de Jesus, o amor do Pai e a presença do Espírito Santo sem se deixar ser consumido em adoração? 

Nádia Taboas

terça-feira, 26 de abril de 2011

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Ressuscitou de Verdade

Uma antiga e sempre atual saudação para o Tempo Pascal resume em poucas palavras a fé dos cristãos: “Cristo ressuscitou”! A resposta confirma a convicção: “Ressuscitou de verdade”! Pode ser retomada na Liturgia e repetida nos cumprimentos entre as pessoas e, mais ainda, pode ser roteiro de vida! É o nosso modo de desejar uma Santa Páscoa a todos, augurando vida nova e testemunho vivo do Ressuscitado, com todas as consequências para a vida pessoal e para a sociedade.

Celebrar a Páscoa é penetrar no mistério de Nosso Senhor Jesus Cristo. Nestes dias de Semana Santa salta à vista Seu modo tão divino e humano de viver a entrega definitiva. “Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que tinha chegado a sua hora, hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13, 1). É a entrega livre daquele de quem ninguém tira a vida, mas se faz dom de salvação.

Jesus Cristo, que é verdadeiro Deus, oferece o testemunho de inigualável maturidade, na qual se encontra a referência para todos os seres humanos. “Os guardas voltaram aos sumos sacerdotes e aos fariseus, que lhes perguntaram: Por que não o trouxestes? Responderam: Ninguém jamais falou como este homem” (Jo 7, 45-46). Encontrá-Lo é descobrir o caminho da realização pessoal. Mas seria pouco considerá-Lo apenas exemplo a ser seguido. “De fato, Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3, 16). O homem verdadeiro é Senhor e Salvador. N'Ele estão nossas esperanças e a certeza da ressurreição. Mais do que Mestre ou sábio de renome, n'Ele está a salvação.

Seus apóstolos e discípulos, antes temerosos diante das perseguições, tendo recebido o Espírito Santo, sopro divino do Ressuscitado sobre a comunidade dos fiéis, tornaram-se ardorosos anunciadores de Sua ressurreição e de Seu nome. Basta hoje o anúncio de Cristo: “Que todo o povo de Israel reconheça com plena certeza: Deus constituiu Senhor e Cristo a este Jesus que vós crucificastes. “Quando ouviram isso, ficaram com o coração compungido e perguntaram a Pedro e aos outros apóstolos: Irmãos, que devemos fazer? Pedro respondeu: “Convertei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para o perdão dos vossos pecados. E recebereis o dom do Espírito Santo. Pois a promessa é para vós e vossos filhos, e para todos aqueles que estão longe, todos aqueles que o Senhor, nosso Deus, chamar” (At 2, 36-39).

Cristo morreu, Cristo ressuscitou, Cristo há de voltar! O que parece simplório é suficiente, pois daí nascem todas as consequências: vida nova, alegria perene, capacidade para se levantar das próprias crises e pecados, amor ao próximo, vida de comunidade, testemunho corajoso da verdade, vida nova na família cristã, compromisso social, serviço da caridade! Tudo isso? Sim, na Páscoa de Jesus Cristo está o centro da fé cristã e a fonte de vitalidade, da qual gerações e gerações de cristãos beberam como de uma fonte verdadeiramente inesgotável.

Celebrar a Páscoa é ir além da recordação dos fatos históricos, para chegar ao encontro com Cristo vivo. Nós cristãos O reconhecemos hoje presente, fazendo arder os corações, vamos ao Seu encontro nos irmãos, especialmente na partilha com os mais pobres, acolhemos Sua palavra viva, lida da Sagrada Escritura e proclamada na liturgia, sabemos que Ele permanece conosco se nos amamos uns aos outros e está vivo na Igreja, quando se expressam os sucessores dos Apóstolos e O buscamos na maior exuberância de Sua presença, que é a Eucaristia. Este é nosso documento de identidade!

Com o necessário respeito à liberdade de todas as pessoas, queremos hoje dizer a todos os homens e mulheres, em todas as condições em que se encontram, que as portas estão abertas, mais ainda: escancaradas. Se quiserem, aqui está o convite para a maior de todas as comemorações: “Celebremos a festa, não com o velho fermento nem com o fermento da maldade ou da iniquidade, mas com os pães ázimos da sinceridade e da verdade!” (I Cor 5, 8). É Páscoa do Senhor! Feliz, verdadeira e santa Páscoa da Ressurreição!
Foto
Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém - PA

sábado, 16 de abril de 2011

O Sacerdote é o Ungido do Senhor...

O Sumo e Eterno Sacerdote. Torna-se o representante legítimo de Cristo. Quando preside a celebração dos sacramentos, principalmente a Eucaristia e a reconciliação, ele age in persona Christi, ou seja, na Pessoa de Cristo, fonte de onde provém a vida para todos os membros da Igreja. Por isso mesmo, quando na Celebração da Eucaristia, ele diz: “Isto é o meu corpo” e “este é o cálice do meu sangue”, o pão e o vinho se transformam no Corpo e no Sangue de Cristo pelo poder do Espírito Santo.

Da mesma forma, quando, na celebração do sacramento da reconciliação, ele diz: “Eu te absolvo de teus pecados”, é o próprio Cristo quem perdoa.

Dessa primeira consideração, já podemos tirar uma conclusão prática: se o sacerdote está identificado sacramentalmente com Cristo, seu estilo de vida deve ser o estilo de vida de Cristo. Aqui se encontra a razão teológica e espiritual para o carisma do celibato, o qual aproxima o estilo de vida do sacerdote ao estilo de vida de Cristo: celibatário, casto e virgem.

O carisma do celibato ajuda o sacerdote a viver, com radicalidade, a caridade pastoral. Pelo anúncio da Palavra – Cristo e Sua mensagem – o sacerdote aproxima os seres humanos de Deus. Como educador da fé e da reta conduta humana e cristã, ele forma a personalidade do discípulo de Cristo.

Além disso, o sacerdote é o ministro da santificação. Para usarmos a expressão do apóstolo São Paulo, ele é o dispensador dos mistérios de Deus, dos bens salvíficos que nos chegam pelos sacramentos. 

Os sacramentos são chamados canais da graça. Esses canais estão ligados a uma fonte que é o Cristo ressuscitado. É d'Ele que provém a graça salvífica para toda a vida da Igreja. Finalmente, pertence à identidade do sacerdote ser a imagem viva de Cristo, o Bom Pastor.

O sacerdote governa o povo a ele confiado não como funcionário, mas com a autoridade do pastor. O rebanho não pertence a ele, mas a Cristo. Cronologicamente, o Ano Sacerdotal terminou na Festa do Coração de Jesus. Seu objetivo, porém, deve permanecer na vida de toda a Igreja: a oração pela santificação dos sacerdotes.

O sacerdote santo é luz do mundo e sal da terra.
Dom Benedito Beni
Bispo da Diocese de Lorena

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Abrindo a porta...

"Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto.
Cada vez que fazia prisioneiros, não os matava, levava-os a uma sala, que tinha um grupo de arqueiros em um canto e uma imensa porta de ferro do outro, a qual haviam gravadas figuras de caveiras.
Nesta sala ele os fazia ficar em círculo, e então dizia:
- Vocês podem escolher morrer flechados por meus arqueiros, ou passarem por aquela porta e lá serem trancados por mim.
Mas, todos os que por ali passaram, escolhiam serem mortos pelos arqueiros.
Ao término da guerra, um soldado que por muito tempo serviu o rei, disse-lhe:
- Senhor posso lhe fazer uma pergunta?
- Diga soldado.
- O que havia por trás da assustadora porta?
- Vá e veja – Disse-lhe o rei.
O soldado então a abre a porta vagarosamente, e percebe que a medida que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente, até que totalmente aberta, nota que a porta levava a um caminho que sairia rumo a liberdade.
O soldado admirado apenas olha seu rei que diz:
- Eu dava a eles a escolha, mas preferiram morrer a arriscar abrir esta porta.

“Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar?”
“Quantas vezes perdemos a liberdade, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?"

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Em Santidade - Ministério Adoração e Vida

Música "Em Santidade", tema do CD do Ministério Adoração e Vida,
autoria de Walmir Alencar, arranjo de Rodrigo Pires.
O CD traz canções gravadas em estúdio, mas conta com essa faixa ao vivo, gravada no Chevrolet Hall em Belo Horizonte-MG.

Participações especiais noutras músicas: Pe. Fábio de Melo, Adriana e Dunga (Canção Nova).

Circulo do Amor

Uma mensagem para refletir....


Ele quase não viu o rosto da senhora com o carro parado no acostamento, mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim, parou o seu carro e se aproximou. O carro dela cheirava a novo.
                               Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada, pois ninguém tinha parado para ajudá-la até então. Ele não parecia seguro, parecia pobre, faminto. Ele, por sua vez, percebeu que ela estava com medo de sua aproximação e disse-lhe:
                                 - Eu estou aqui para ajudá-la madame, por que a senhora não espera dentro do carro onde estará quentinha e abrigada do frio intenso e da neve ?
                                 - A propósito,  meu nome é Fábio.
                                 Ele, após apresentar-se, percebeu que o veículo dela tinha um pneu furado, mas para uma senhora da idade dela, isto era um problemão, haja visto o veículo ser tipo perua e pesado.
                                 A seguir abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo ele já estava trocando o pneu, entretanto ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos.
                                 Enquanto ele apertava as porcas da roda, ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era da capital e só estava naquela região de passagem e que não sabia como agradecer-lhe pela preciosa ajuda. Fábio apenas sorriu enquanto se levantava.
                                 Ela perguntou-lhe quanto devia. Qualquer quantia teria sido pouco para ela, pois tinha imaginado as mais terríveis coisas que poderia ter-lhe acontecido se Fábio não tivesse parado, ainda mais aquela hora da noite.
                                 Fábio não pensava em dinheiro. Aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar as pessoas quando alguém tinha necessidade (essa era a postura de vida dele) e Deus já lhe ajudara tantas vezes, então respondeu:
                                 - Se a senhora realmente quiser me reembolsar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para a pessoa aquilo que ela precisar. E acrescentou:
                                 - E pense em mim !
                                 Ele esperou até que ela saísse com o carro e também se foi.
                                 Tinha  sido um dia frio e deprimido, mas ele se sentia bem retornando para casa. Alguns quilômetros adiante, a senhora encontrou um pequeno restaurante. Ela entrou para comer alguma coisa. Era um restaurante simples e sem muita higiene, mas ela estava com muita fome ! A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar os cabelos molhados e lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso que mesmo com os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pode apagar.
                                 A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude.             A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem um estranho, e então se lembrou de Fábio.
                                 Depois que terminou a refeição, enquanto a garçonete buscava o troco para uma nota de cem reais, a senhora se retirou. Já tinha partido, quando a garçonete voltou. A garçonete ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo de papel sobre a mesa,  sob o qual tinha um cheque no valor de mil reais.
                                 Havia lágrimas em seus olhos, quando leu o que a senhora escreveu e que dizia:
                                 - Você não me deve nada ! Fique com o troco da refeição e com o cheque para você. Eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou uma vez e da mesma forma, estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar algum dia, não deixe este círculo de amor terminar em você.
                                 Aquela noite, quando foi para casa e deitou-se na cama, ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito. Como pode aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disso ? Com o bebê para o próximo mês, tudo estava difícil  ! Ela então virou-se para o marido que já dormia ao seu lado, deu-lhe um beijo carinhoso e macio e sussurrou:
                                 - Deus está nos ajudando Fábio, tudo ficará bem meu amor, não se preocupe !

AS MARAVILHAS DA EUCARISTIA


Ricos ensinamentos dos nossos santos e santas sobre a Eucaristia

São João Crisóstomo dizia: 
“Deu-se todo não reservando nada para si”.
“Não comungar seria o maior desprezo a Jesus que se sente “doente de amor” (Ct 2,4-5)”.

São Boaventura: 
“Ainda que friamente aproxime-se confiando na misericórdia de Deus”.

São Francisco de Sales:
“Duas espécies de pessoas devem comungar com frequência: os perfeitos para se conservarem perfeitos, e os imperfeitos para chegarem à perfeição”.

Santa Teresa de Ávila:
“Não há meio melhor para se chegar à perfeição”.
“Não percamos tão grande oportunidade para negociar com Deus. Ele [Jesus] não costuma pagar mau a hospedagem se o recebemos bem”.
“Devemos estar na presença de Jesus Sacramentado, como os Santos no céu, diante da Essência Divina”.

São Bernardo:
“A comunhão reprime as nossas paixões: ira e sensualidade principalmente”.
“Quando Jesus está presente corporalmente em nós, ao redor de nós, montam guarda de amor os anjos”.

S. Vicente Ferrer:
“Há mais proveito na Eucaristia que em uma semana de jejum a pão e água.

Santo Ambrósio:
“Eu que sempre peco, preciso sempre do remédio ao meu alcance.”

São Gregório Nazianzeno:
“Este pão do céu requer que se tenha fome. Ele quer ser desejado”.
“O Santíssimo Sacramento é fogo que nos inflama de modo que, retirando-no do altar, espargimos tais chamas de amor que nos tornam terríveis ao inferno.”

São Tomás de Aquino:
“A comunhão destrói a tentação do demônio.

Concílio de Trento:
“Remédio pelo qual somos livres das falhas cotidianas e preservados dos pecados mortais.”

Santo Afonso de Ligório: 
“A comunhão diária não pode conviver com o desejo de aparecer, vaidade no vestir, prazeres da gula, comodidades, conversas frívolas e maldosas. Exige oração, mortificação, recolhimento.”
“Ficai certos de que todos os instantes da vossa vida, o tempo que passardes diante do Divino Sacramento será o que vos dará mais força durante a vida, mais consolação na hora da morte e durante a eternidade”.

S. Pio X: 
“A devoção à eucaristia é a mais nobre de todas as devoções, porque tem o próprio Deus por objeto; é a mais salutar porque nos dá o próprio autor da graça; é a mais suave, pois suave é o Senhor”.
“Se os anjos pudessem sentir inveja, nos invejariam porque podemos comungar”.

Santo Agostinho: 
“Não somos nós que transformamos Jesus Cristo em nós, como fazemos com os outros alimentos que tomamos, mas é Jesus Cristo que nos transforma nele.”
“Sendo Deus onipotente, não pôde dar mais; sendo sapientíssimo, não soube dar mais; e sendo riquíssimo, não teve mais o que dar.”
“ A Eucaristia é o pão de cada dia que se toma como remédio para a nossa fraqueza de cada dia.”
“Na Eucaristia Maria perpetua e estende a sua maternidade.”

Papa Pio XII: 
“A fé da Igreja é esta: que um só e o mesmo é o Verbo de Deus e o Filho de Maria, que sofreu na cruz, que está presente na Eucaristia, e que reina no céu.”

São Gregório de Nissa: 
“Nosso corpo unido ao corpo de Cristo, adquire um princípio de imortalidade, porque se une ao Imortal”.

São João Maria Vianney: 

“Cada hóstia consagrada é feita para se consumir de amor em um coração humano”.

Santa Teresinha: 

“Não é para ficar numa âmbula de ouro, que Jesus desce cada dia do céu, mas para encontrar um outro céu, o da nossa alma, onde ele encontra as sua delícias”.
“Quando o demônio não pode entrar com o pecado no santuário de uma alma, quer pelo menos que ela fique vazia, sem dono e afastada da comunhão.”

Santa Margarida Maria Alacoque:

 
“Nós não saberíamos dar maior alegria ao nosso inimigo, o demônio, do que afastando-nos de Jesus, o qual lhe tira o poder que ele tem sobre nós.”

São Filipe Neri: 
“A devoção ao Santíssimo Sacramento e a devoção à Santíssima Virgem são, não o melhor, mas o único meio para se conservar a pureza. Somente a comunhão é capaz de conservar um coração puro aos 20 anos. Não pode haver castidade sem a Eucaristia.” 

Santa Catarina de Gênova:
“O tempo passado diante do Sacrário é o tempo mais bem empregado da minha vida”.

São João Bosco: 

“Não omitais nunca a visita a cada dia ao Santíssimo Sacramento, ainda que seja muito breve, mas contanto que seja constante.”
Quereis que o Senhor vos dê muitas graças? Visitai-o muitas vezes. Quereis que Ele vos dê poucas graças? Visitai-o poucas vezes. Quereis que o demônio vos assalte? Visitai raramente a Jesus Sacramentado. Quereis que o demônio fuja de vós? Visitai a Jesus muitas vezes. Quereis vencer ao demônio? Refugiai-vos sempre aos pés de Jesus. Quereis ser vencidos? Deixai de visitar Jesus…”

Imitação de Cristo (Tomás de Kempis):

“Ao sacerdote na consagração é dado ao que aos anjos não foi concedido”.
“Não há oblação mais digna, nem maior satisfação para expiar os pecados, que oferecer-se a si mesmo a Deus, pura e inteiramente, unido à oblação do Corpo de Cristo, na missa e na comunhão”.
“A Eucaristia é a saúde da alma e do corpo, remédio de toda enfermidade espiritual, cura os vícios, reprime as paixões, vence ou enfraquece as tentações, comunica maior graça, confirma a virtude nascente, confirma a fé, fortalece a esperança, inflama e dilata a caridade.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Vivendo a Semana Santa ...


A Semana Santa é o grande retiro espiritual das comunidades eclesiais, convidando os cristãos à conversão e renovação de vida. Ela se inicia com o Domingo de Ramos e se estende até o Domingo da Páscoa. É a semana mais importante do ano litúrgico, quando se celebram de modo especial os mistérios da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. 

DOMINGO DE RAMOS - A celebração desse dia lembra a entrada de Jesus em Jerusalém, aonde vai para completar sua missão, que culminará com a morte na cruz. Os evangelhos relatam que muitas pessoas homenagearam a Jesus, estendendo mantos pelo chão e aclamando-o com ramos de árvores. Por isso hoje os fiéis carregam ramos, recordando o acontecimento. Imitando o gesto do povo em Jerusalém, querem exprimir que Jesus é o único mestre e Senhor. 

2ª A 4ª FEIRAS – Nestes dias, a Liturgia apresenta textos bíblicos que enfocam a missão redentora de Cristo. Nesses dias não há nenhuma celebração litúrgica especial, mas nas comunidades paroquiais, é costume realizarem procissões, vias-sacras, celebrações penitenciais e outras, procurando realçar o sentido da Semana.

Tríduo Pascal 

O ponto alto da Semana Santa é o Tríduo Pascal (ou Tríduo Sacro) que se inicia com a missa vespertina da Quinta-feira Santa e se conclui com a Vigília Pascal, no Sábado Santo. Os três dias formam uma só celebração, que resume todo o mistério pascal. Por isso, nas celebrações da quinta-feira à noite e da sexta-feira não se dá a bênção final; ela só será dada, solenemente, no final da Vigília Pascal. 

QUINTA-FEIRA SANTA - Neste dia celebra-se a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. A Eucaristia é o sacramento do Corpo e Sangue de Cristo, que se oferece como alimento espiritual.

De manhã só há uma celebração, a Missa do Crisma que, na nossa diocese, é realizada na noite de quarta-feira, permitindo que mais pessoas possam participar. 

Na quinta-feira à noite acontece a celebração solene da Missa, em que se recorda a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. Nessa missa realiza-se a cerimônia do lava-pés, em que o celebrante recorda o gesto de Cristo que lavou os pés dos seus apóstolos. Esse gesto procura transmitir a mensagem de que o cristão deve ser humilde e servidor. 

Nessa celebração também se recorda o mandamento novo que Jesus deixou: “Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei.” Comungar o corpo e sangue de Cristo na Eucaristia implica a vivência do amor fraterno e do serviço. Essa é a lição da celebração.

SEXTA-FEIRA SANTA - A Igreja contempla o mistério do grande amor de Deus pelos homens. Ela se recolhe no silêncio, na oração e na escuta da palavra divina, procurando entender o significado profundo da morte do Senhor. Neste dia não há missa. À tarde acontece a Celebração da Paixão e Morte de Jesus, com a proclamação da Palavra, a oração universal, a adoração da cruz e a distribuição da Sagrada Comunhão.

Na primeira parte, são proclamados um texto do profeta Isaías sobre o Servo Sofredor, figura de Cristo, outro da Carta aos Hebreus que ressalta a fidelidade de Jesus ao projeto do Pai e o relato da paixão e morte de Cristo do evangelista João. São três textos muito ricos e que se completam, ressaltando a missão salvadora de Jesus Cristo.

O segundo momento é a Oração Universal, compreendendo diversas preces pela Igreja e pela humanidade. Aos pés do Redentor imolado, a Igreja faz as suas súplicas confiante. Depois segue-se o momento solene e profundo da apresentação da Cruz, convidando todos a adorarem o Salvador nela pregado: “Eis o lenho da Cruz, do qual pendeu a salvação do mundo. – Vinde adoremos”. 

E o quarto momento é a comunhão. Todos revivem a morte do Senhor e querem receber seu corpo e sangue; é a proclamação da fé no Cristo que morreu, mas ressuscitou. 

Nesse dia a Igreja pede o sacrifício do jejum e da abstinência de carne, como ato de homenagem e gratidão a Cristo, para ajudar-nos a viver mais intensamente esse mistério, e como gesto de solidariedade com tantos irmãos que não têm o necessário para viver. 

Mas a Semana Santa não se encerra com a sexta-feira, mas no dia seguinte quando se celebra a vitória de Jesus. Só há sentido em celebrar a cruz quando se vive a certeza da ressurreição. 

VIGÍLIA PASCAL - Sábado Santo é dia de “luto”, de silêncio e de oração. A Igreja permanece junto ao sepulcro, meditando no mistério da morte do Senhor e na expectativa de sua ressurreição. Durante o dia não há missa, batizado, casamento, nenhuma celebração. 

À noite, a Igreja celebra a solene Vigília Pascal, a “mãe de todas as vigílias”, revivendo a ressurreição de Cristo, sal vitória sobre o pecado e a morte. A cerimônia é carregada de ricos simbolismos que nos lembram a ação de Deus, a luz e a vida nova que brotam da ressurreição de Cristo.